Em decisão por 7 votos a 4, o STF estabeleceu que empresas de plano de saúde devem arcar com tratamentos e procedimentos que não constem no rol obrigatório da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A decisão significa um impacto grande para quem possui planos privados, pois amplia o direito do usuário de exigir cobertura judicialmente. Especialistas e associações de saúde avaliam que isso pode gerar aumento de disputas judiciais e pressões sobre operadoras para reajustar suas condutas.
